2013/01/31

2012/10/29

2012/05/27

2012/03/31

2011/09/23

tropical blade runner

Rio de Janeiro's downtown

2011/09/22

savana estépica arborizada

São Miguel de Touros, RN, BR

2011/08/11

Tapera, taipa, pau-a-pique

Quilombola Macambira, Lagoa Nova, RN

eu solto o ar no fim do dia

Por do Sol em algum lugar da fronteira entre Lagoa Nova e Santana do Matos, RN.

2011/06/08

Flames


Capoeira em Escala

Maquete de "Casa Grande e Senzala", FLIP 2010.

2011/04/13

Prateleiras

Parque Nacional de Itatiaia

2011/04/05

Seres voadores...

Logo mais: ensaio sobre esses seres alados divertidos!

2011/03/25

wonderland


Esclarecendo que não se pretende dar como veredicto que as populações faveladas, em si, são culpadas pelos desastres socioambientais que com frequência assolam a Cidade do Rio de Janeiro. A questão é mais profunda e permeia a ausência do poder público, o abandono das camadas sociais desfavorecidas, o populismo que se alimenta da miséria, a falta de políticas sociais urbanas e de ações ambientais, dentre dezenas de outros tópicos. A minha interpretação da idéia (de alguém e apenas registrada por mim) é de que processos vorazes de acumulação de capital nos põe em situações delicadas frente às dinâmicas ambientais. Por aí vai... 

2011/02/11

Ceiba speciosa

 
Trocando em miúdos: PAINEIRAS, rapaziada! Viva o Rio de Janeiro!

2011/02/09

Um trem para as estrelas

 
Ponte Aérea Rio-São Paulo e suas longas exposições

2010/12/29

trem do samba

 
O trem corre no trilho da Central do Brasil...

2010/12/21

2010/12/20

2010/12/06

Tricampeão

 
homenagem psicodélica ao sonho tricolor de 2010

2010/11/17

tempo

 
Peço-te o prazer legítimo; E o movimento preciso; Tempo tempo tempo tempo; Quando o tempo for propício; Tempo tempo tempo tempo...

tempo

 
De modo que o meu espírito; Ganhe um brilho definido; Tempo tempo tempo tempo; E eu espalhe benefícios; Tempo tempo tempo tempo...

tempo

 
O que usaremos prá isso; Fica guardado em sigilo; Tempo tempo tempo tempo; Apenas contigo e comigo; Tempo tempo tempo tempo...

tempo

 
E quando eu tiver saído; Para fora do teu círculo; Tempo tempo tempo tempo; Não serei nem terás sido; Tempo tempo tempo tempo...

tempo

 
Ainda assim acredito; Ser possível reunirmo-nos; Tempo tempo tempo tempo; Num outro nível de vínculo; Tempo tempo tempo tempo...

construção

Subiu a construção como se fosse sólido; Ergueu no patamar quatro paredes mágicas; Tijolo com tijolo num desenho lógico; Seus olhos embotados de cimento e tráfego; Sentou pra descansar como se fosse um príncipe; Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo; Bebeu e soluçou como se fosse máquina; Dançou e gargalhou como se fosse o próximo... E tropeçou no céu como se ouvisse música. E flutuou no ar como se fosse sábado; E se acabou no chão feito um pacote tímido; Agonizou no meio do passeio náufrago; Morreu na contramão atrapalhando o público.

2010/11/01

Panorâmica do Engenhão

 
Estádio Olímpico João Havelange

2010/10/06